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Polícia Civil descobre mineradora de criptomoedas do CV em mercado de comunidade no RJ

A Polícia Civil do Rio de Janeiro começou nesta sexta-feira (22) uma operação no Complexo do Lins, na Zona Norte, com o objetivo de desmantelar o domínio da facção Comando Vermelho. Durante a ação em um mercado que servia como fachada, os agentes descobriram uma operação clandestina com diversas máquinas destinadas à mineração de criptomoedas. Essas máquinas estavam ligadas à rede elétrica de maneira irregular, desviando energia para operar sem custos para a organização criminosa.

A mineração de criptomoedas requer uma grande quantidade de energia, além de refrigeração constante. O processo é fundamental para validar transações em uma rede descentralizada. O minerador verifica a autenticidade das informações dos usuários e, ao confirmar essas informações, adiciona novos blocos à rede, recebendo em troca moedas digitais que podem ser negociadas no mercado. Esse sistema é protegido por um esforço computacional contínuo, que dificulta tentativas de fraude ou roubo em larga escala.

Os mandados de prisão foram executados pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e pela 26ª DP, resultando na detenção de 10 suspeitos. Entre os detidos estava Emanuel dos Santos Carvalho, conhecido como “Mata Rindo”, identificado como um dos principais articuladores da facção na área. A operação também revelou um esquema de golpe relacionado à “falsa central telefônica”, desenvolvido em colaboração com investigadores do Piauí. Esse golpe envolve ligações a clientes, alegando comprometimento de contas e persuadindo vítimas a ligarem para uma central controlada pelos golpistas.

Os integrantes do grupo eram responsáveis pela movimentação financeira decorrente desses golpes, que incluíam roubo de celulares e veículos. Enquanto a Draco monitorava a atuação armada da facção, a 26ª DP investigava o fluxo financeiro dos crimes, que sustentam o poder bélico da organização.

O monitoramento da operação também era realizado por olheiros posicionados nos acessos ao complexo, exigindo uma divisão de tarefas precisa para garantir a segurança da vigilância. Durante a ação, foram apreendidos drogas, armas e veículos roubados, evidenciando o impacto da operação. O desmantelamento da fazenda de mineração simboliza não apenas a diversificação de ativos criminosos, mas também a conversão de energia elétrica furtada em um patrimônio de difícil rastreamento.

Além deste caso, outras operações semelhantes já ocorreram no Brasil. Em janeiro de 2026, a Polícia Civil de Alagoas desarticulou quatro fazendas clandestinas em Porto Real do Colégio, que também utilizavam furto de energia elétrica e captação irrregular de água do Rio São Francisco para o resfriamento das máquinas.

O consumo dessas fazendas era estimado em cerca de 200 mil kWh mensais, o que equivale ao consumo moderado de mil residências, resultando em um prejuízo significativo em energia furtada. Em junho de 2024, outra operação no Rio Grande do Sul levou à descoberta de uma mineradora clandestina em Canela, com um casal preso e mais de R$ 100 mil em consumo mensal estimado.

Esses esquemas geralmente estão associados a outros crimes, como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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