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Análise de SCREAMER para PS5 revela detalhes empolgantes!

Screamer Review - Screenshot 1 of 7

Os jogos de corrida arcade ainda existem, mas estão em uma categoria reduzida. A única grande série que permanece relevante é Forza Horizon, ideal para quem busca uma experiência de mundo aberto segura.

Atualmente, o amplo espectro do que os jogos de corrida arcade podem oferecer está sub-representado. Felizmente, Screamer vem para lembrar que é possível fazer um jogo de corridas que não precisa ter carros licenciados, um mundo vasto ou aquela sensação mediana de “sim-cade”.

A desenvolvedora Milestone reviveu uma de suas séries mais antigas, trazendo-a de volta para os tempos modernos, resultando em um jogo que se destaca em meio à concorrência.

Desde o momento em que o jogo é iniciado, é evidente que não se trata de uma corrida típica, com uma abertura fortemente inspirada em anime, que enfatiza tanto os personagens quanto os veículos.

O Tournament é a principal atração — um robusto modo história single-player que acompanha várias equipes competindo em um campeonato ilegal de Screamer.

Screamer Review - Screenshot 2 of 7

É recomendado jogar esse modo (ou pelo menos parte dele) antes de qualquer outra coisa, pois ele introduz várias mecânicas do jogo gradualmente, o que é fundamental dada a complexidade das corridas. A seguir, mais detalhes sobre isso.

A história é ambiciosa; várias equipes de três pessoas competem por um enorme prêmio em dinheiro, cada uma com motivos distintos para estar ali. Ao longo da campanha, as dinâmicas entre os membros da equipe e suas relações com os adversários são exploradas, oferecendo bastante conteúdo para a narrativa.

O foco na caracterização é notável, mas, embora o esforço seja admirável, nem sempre atende às expectativas.

Grande parte do diálogo é exagerado, e o trabalho de voz não chega a impressionar. Isso acaba soando um tanto clichê, o que, embora não seja um ponto totalmente negativo, pode se tornar cansativo devido à sua abundância.

Screamer Review - Screenshot 3 of 7

O Tournament é uma excelente forma de aprender aos poucos as mecânicas de corrida de Screamer, e essa é a escolha acertada. Entretanto, talvez haja uma correção excessiva na duração; o modo pode parecer longo demais, e a narrativa e os personagens não são suficientemente fortes para sustentá-lo por todo o tempo.

Ainda assim, é um modo importante a jogar, pois ensina as regras da pista e desbloqueia personagens jogáveis, além de várias peças de personalização de carros, músicas e mais.

Um aspecto interessante é que cada piloto possui um veículo único e uma habilidade especial. O jogo realmente tem muita personalidade — e isso é evidente quando se está ao volante.

Screamer utiliza ambos os sticks analógicos de maneira semelhante a Inertial Drift. O stick esquerdo direciona o carro normalmente, enquanto o direito é responsável por fazer drift.

Screamer Review - Screenshot 4 of 7

Esse método pode exigir um período de adaptação, mas surpreende pela facilidade que proporciona após algumas voltas. É preciso habilidade para equilibrar o controle de ambos os sticks, além de frear e acelerar, para fazer curvas de forma eficiente.

Além disso, as trocas de marcha são semi-automáticas, ou seja, o jogo troca por você, mas ao fazer isso manualmente, a obtenção de impulso é mais rápida. Para quem está acostumado a jogar em transmissão automática, isso também pode ser um desafio inicial.

Em certos momentos, pode parecer impossível evitar colisões com barreiras, o que pode ser frustrante à primeira vista, mas a satisfação é imensa quando as habilidades começam a se afinar.

Acima dos controles básicos, há medidores na parte superior da tela que se enchem enquanto se dirige. O da esquerda é um medidor de impulso; ao preencher uma parte, é possível disparar uma explosão de velocidade extra.

Screamer Review - Screenshot 5 of 7

O da direita é preenchido ao usar impulsos, e uma vez cheio, permite liberar um Strike — uma carga ofensiva que destrói qualquer carro atingido. Isso, por sua vez, gera mais impulso, criando um ciclo virtuoso se o jogador conseguir acioná-lo com sucesso.

Colidir com outros corredores usando um Strike pode ser um pouco complicado; a carga leva um segundo para ativar, dificultando a mira quando todos estão se movendo a centenas de quilômetros por hora.

Algumas pistas podem apresentar desafios de navegação. Embora isso possa ser apenas questão de prática, existem seções muito técnicas que obrigam a desacelerar para atravessá-las com precisão.

Isso pode depender de habilidade e do aprendizado das pistas, mas algumas delas parecem não combinar muito bem com a condução, que se destaca em curvas largas e longas retas para tirar o máximo proveito do impulso. Quando todos estão em uma seção de curvas apertadas, o resultado pode ser caótico.

Screamer Review - Screenshot 6 of 7

Não é perfeito, mas é notável que as corridas em Screamer tenham sua identidade própria, proporcionando momentos maravilhosos quando se atinge o ponto certo.

Há um forte estilo visual, com uma interface robusta, gráficos estilizados e designs de veículos extremamente interessantes. Essa abordagem exagerada é um dos pontos mais encantadores do jogo.

A música e os efeitos sonoros seguem essa mesma linha, com canções energéticas que mantêm a intensidade durante toda a experiência.

Vale ressaltar que há muito o que fazer além do Tournament: existem diversos modos arcade personalizáveis, como corridas individuais, corridas em equipe, time attack e desafios de checkpoint.

Screamer Review - Screenshot 7 of 7

O jogo ainda conta com multiplayer, tanto online quanto offline, embora esse modo não tenha sido testado antes da publicação.

Por fim, é importante destacar o uso do DualSense, que é bem implementado nesta versão. Em particular, a vibração do gatilho adaptativo quando é hora de trocar de marcha é um recurso interessante que ajuda bastante em meio à ação.

Tags: Screamer, PlayStation 5, PS5, Racing, Reviews, Milestone
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Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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