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Marathon: Análise do Jogo para PS5 Revela Surpresas e Desafios

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Marathon tem gerado muita expectativa antes de seu lançamento. Há controvérsias sobre se é o que os fãs esperavam da Bungie, junto a comparações com os dias de glória de Halo. No entanto, é possível notar que Marathon representa uma nova e ousada aventura da Bungie.

A primeira impressão pode enganar, mas a experiência do jogo realmente melhora conforme se avança. No enredo, já se passaram cem anos desde que a UESC Marathon, uma nave-colônia em direção a Tau Ceti IV, enviou um sinal de socorro, chamando mega-corporações para investigar o que aconteceu com a colônia desaparecida.

Caberá aos Runners, consciências incorporadas em corpos sintéticos, explorar e recuperar o que puderem. O cenário é intrigante e convida à exploração, com mapas cheios de detalhes e histórias que merecem ser descobertas.

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A premissa é fascinante. Mergulhar na lore do jogo, explorar seus mapas e se aprofundar nas interações com as Faction AIs é altamente envolvente. Os fãs de Destiny certamente reconhecerão a capacidade da Bungie de criar mundos de ficção científica expansivos. A ausência de uma campanha para um jogador pode ser sentida, mas é importante lembrar que muitos jogos multiplayer não se preocupam em estabelecer uma narrativa tão rica.

Ao adentrar Tau Ceti IV, Marathon oferece um ambiente com três mapas disponíveis, seguido de um quarto recém-chegado. O jogador deve coletar suprimentos, cumprir contratos e sobreviver a encontros com a IA e outros jogadores.

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A mecânica do jogo é conhecida para quem já jogou um extraction shooter: entrar, saquear e voltar para casa, sempre correndo o risco de perder o loot se morrer. Cada mapa é repleto de segredos, passagens subterrâneas e novos locais a serem descobertos mesmo depois de horas de jogo.

A dificuldade do jogo pode surpreender muitos. O tempo de eliminação é curto, o que torna fácil ser surpreendido por outros jogadores, levando o jogador a estar sempre atento. As interações PvP estão equilibradas desde o lançamento, proporcionando uma experiência desafiadora.

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A IA inimiga também é desafiadora, exigindo estratégias e tomadas de decisão rápidas. Combater a IA se torna comparável a jogar as campanhas de DLC de Destiny 2 na dificuldade Legendária. A jogabilidade de tiro é excepcional, com armas que se sentem únicas, impulsionadas por ótimas interações do DualSense.

As trocas de tiro, seja contra adversários reais ou a IA, trazem uma tensão empolgante, fazendo cada confronto ser envolvente e cheio de satisfação.

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No que diz respeito ao combate, para muitos, a sensação de poder dos personagens de jogos anteriores da Bungie não está presente. A experiência é mais sobre enfrentar desafios do que ser um verdadeiro guardião. Contudo, ao se aprofundar ainda mais no jogo, novos elementos interessantes emergem.

Os Runner Shells funcionam como personagens com habilidades únicas, tornando as jogadas variadas. Por exemplo, o Assassin pode se tornar invisível e o Thief permite posições estratégicas, mas essas ideias são familiares para quem já jogou outros shooters.

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O que realmente eleva Marathon são as possibilidades de construção de builds. Cores amplificam as características dos Runner Shells, e implantes adicionam vantagens que impactam a jogabilidade. As modificações de armas aumentam alcance e estabilidade, garantindo que a progressão seja com armas que se tornam cada vez mais únicas.

Embora tenha uma curva de aprendizado, isso agrega profundidade ao jogo. Aprender sobre as modificações e como elas influenciam a construção não só engaja, mas também cria uma conexão mais forte com o loot conquistado.

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A sensação de perda de um item significativo nos faz valorizar cada conquista. As batalhas em equipe são intensas, e funções de coordenação são imprescindíveis. Contudo, jogar sozinho também é uma experiência surpreendentemente agradável, com a possibilidade de explorar e ouvir os outros jogadores ao redor.

O aspecto grind é um ponto discutível, pois ele requer leveza e paciência. O sistema de facções permite que contratos sejam completados em cada partida, oferecendo um objetivo claro e recompensas. Cada facção tem suas especializações, adicionando outra camada ao jogo.

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A progressão nas facções incentiva os jogadores a mergulhar mais fundo na mecânica do jogo, tornando o processo de coleta de loot mais significativo e envolvente, quase como em um RPG.

A experiência culmina no endgame com o mapa Cryo Archive, feito para desafios difíceis, muito parecido com uma raid de Destiny, e repleto de chefes e enigmas a serem resolvidos. As mecânicas desse mapa oferecem uma nova abordagem ao jogo, necessitando de estratégias cuidadosas para extrair loot.

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Cyro Archive não é apenas mais um mapa difícil. Ele representa um desafio real, que requer um nível adequado de preparação e uma abordagem prudente para que se alcance o sucesso. O clima de risco e recompensa é uma parte essencial da experiência.

A apresentação de Marathon também merece destaque. Em meio a jogos mais sérios, sua estética vibrante e design sonoro são um deleite. O jogo é visualmente impressionante e funciona com fluidez a 60fps no PS5, sem interrupções, mesmo nas versões mais avançadas.

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Tags: Marathon, PlayStation 5, PS5, Fps, Reviews, Bungie
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Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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