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Ação global acusa WhatsApp de enganar sobre privacidade

A “criptografia de ponta a ponta” do WhatsApp enfrenta um dos maiores desafios de sua história. Segundo informações de discussões em fóruns e comunidades gamers, agências de aplicação da lei nos Estados Unidos estão investigando denúncias sérias sobre supostos acessos não autorizados de funcionários e contratados da Meta às mensagens de usuários, o que fere as promessas de privacidade da plataforma.

A investigação, liderada pelo Departamento de Comércio dos EUA, explora as alegações levantadas por ex-contratados e denunciantes. Um deles, o ex-chefe de segurança do WhatsApp, revelou em um processo que cerca de 1.500 engenheiros teriam acesso direto aos dados dos usuários.

No Brasil, a pressão sobre a Meta é reforçada por uma ação coletiva internacional, protocolada em São Francisco no dia 23 de janeiro. Essa movimentação acusa a empresa de enganar 2 bilhões de pessoas, com autores de diversos países se unindo para afirmar que a Meta “armazena, analisa e pode acessar praticamente todas as comunicações”.

A Meta respondeu com firmeza às acusações. O porta-voz Andy Stone classificou as alegações como “absurdas” e “categoricamente falsas”, reforçando que a plataforma utiliza o protocolo Signal há uma década. Will Cathcart, chefe do WhatsApp, também mencionou que o escritório de advocacia por trás da ação representa a NSO Group, conhecida por desenvolver o spyware Pegasus, sugerindo um possível conflito de interesses.

Especialistas em segurança costumam adotar uma visão mais técnica sobre o assunto, mas com cautela. Matthew Green, professor da Johns Hopkins, acredita que a quebra da criptografia do Signal é improvável. Para ele, a vulnerabilidade mais real poderia estar nos backups em nuvem, como iCloud ou Google Drive, que frequentemente não são criptografados e, assim, poderiam ser acessados, criando a falsa impressão de que a criptografia do app foi comprometida.

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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