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Análise de RESIDENT EVIL VILLAGE GOLD EDITION para o Switch 2

Resident Evil Village é a continuação do sucesso de Resident Evil 7: Biohazard e traz de volta o protagonista Ethan Winters. Nesta nova aventura, Ethan se vê em uma vila rural, sob a sombra de um elegante castelo, à procura de sua filha sequestrada, Rose. O jogo, sem dúvida, se inspira em um dos favoritos da crítica, Resident Evil 4, mas os resultados geraram opiniões mistas.

Para começar, Village intensifica a ação com ambientes mais abertos, uma variedade de inimigos, armas que podem ser aprimoradas e mecânicas de contra-ataque. Os adversários são muito mais interessantes do que os Mold encontrados em RE7, incluindo Lycans, bonecas reanimadas e humanos mecanicamente aprimorados conhecidos como ‘Soldat’, todos prontos para interromper a jornada de maneira sangrenta.

Os cenários também são muito mais variados, sendo verdadeiros destaques do jogo. Além da vila e do castelo já mencionados, há a assustadora Casa Beneviento, o Reservatório de Moreau e a Fábrica de Heisenberg (não, não é aquele Heisenberg). Cada local importante tem seu próprio personagem chefe, proporcionando uma experiência bem equilibrada que raramente se torna cansativa.

Entretanto, considerando tudo isso, Village pode não ter envelhecido tão bem quanto seu antecessor. Os personagens, e por consequência a história, parecem menos impactantes se comparados à memorável Família Baker. Até mesmo Lady Dimitrescu, que fez muito sucesso, não causa tanto efeito quanto se esperava. Apesar disso, Village ainda é uma ótima adição à série, mas ao longo dos últimos anos, a preferência por RE7 tem sido mais frequente.

Na Gold Edition para Switch 2, os jogadores têm acesso a todo o conteúdo adicional que foi lançado como DLC. Isso inclui uma versão do modo arcade The Mercenaries, que, apesar de divertido, fica bastante aquém da emoção intensa que foi experimentada em Resident Evil 6. Também está disponível o DLC ‘Shadows of Rose’, que oferece uma aventura em terceira pessoa por ambientes familiares, com uma nova variedade de inimigos, além da opção de jogar a campanha principal em primeira ou terceira pessoa. Embora não seja tão extenso quanto os DLCs de RE7, vale a pena conferir.

A performance no Switch 2 não é tão impressionante quanto a de RE7. Embora os gráficos e a taxa de quadros sejam consistentes no modo docked, surgem alguns problemas ao alternar para o modo portátil. A qualidade visual ainda é boa, mas é possível notar algumas travadas, especialmente em ambientes externos como o núcleo central e o reservatório.

Em suma, Resident Evil Village é altamente recomendado por seu gameplay e ritmo excelentes, além de apresentar um dos momentos mais aterrorizantes da história da série. Contudo, em comparação com a narrativa excepcional de RE7 e com o amplo lore da franquia, Village é um tanto quanto peculiar em sua história e talvez não resista ao teste do tempo.

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Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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