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Gamers denunciam NVIDIA por “enganação” com frames criados por IA

Resumo Rápido!

A NVIDIA promete até 240 FPS com seu novo modo 6x no DLSS 4.5, gerando cinco frames artificiais para cada quadro real renderizado. Essa tecnologia divide opiniões: enquanto alguns celebram a melhora na performance sem a necessidade de atualização de hardware, críticos questionam a transparência sobre a diferença entre o que é real e o que é gerado por inteligência artificial.


A comunidade gamer apresenta uma divisão após os anúncios da NVIDIA na CES 2026. A empresa revelou o DLSS 4.5 com um recurso que intensifica uma polêmica já discutida antes: a geração de frames artificiais. No caso do DLSS 4.5, a tecnologia consegue multiplicar por seis a taxa de quadros utilizando IA, onde apenas um desses frames é realmente renderizado pela GPU, enquanto os demais são produzidos pela IA.

A controvérsia não é nova. Quando o DLSS 4.0 foi lançado em janeiro de 2025, muitos gamers já haviam expressado sua insatisfação com a geração múltipla de frames.

Na ocasião, criticaram as práticas de marketing da NVIDIA, questionando a metodologia de teste utilizada. A reclamação central era a mesma: frames gerados por IA não deveriam ter o mesmo valor que frames renderizados nativamente.

Transformador 5x mais poderoso processa luz em espaço linear

 

Com o DLSS 4.5, a fabricante de GPUs afirma que seu novo transformador de segunda geração, treinado com conjuntos de dados cinco vezes maiores que a versão anterior, pode oferecer uma qualidade de imagem “de última geração” em mais de 400 jogos. A mudança mais significativa está no processamento de luz: enquanto versões anteriores operavam em espaço logarítmico, resultando em iluminação abafada e detalhes perdidos, o DLSS 4.5 treina e infere diretamente em espaço linear, utilizando dados nativos do motor gráfico sem compressão.

Na prática, isso significa que placas de neon e reflexos intensos conseguem manter toda a gama de cores e detalhes, sem perda de dados. A tecnologia aproveita os Tensor Cores das séries RTX 40 e 50, utilizando precisão FP8, o que dobra a capacidade de inferência com impacto mínimo na performance.

A afirmação mais ousada da NVIDIA é que o modo Performance agora supera a qualidade de imagem nativa em alguns títulos, enquanto o Ultra Performance se tornou “verdadeiramente viável” para jogos em 4K. 

“É marketing. Eles SEMPRE tentam te enganar”

A recepção nas redes sociais revela uma divisão de opiniões. Um usuário foi direto ao ponto ao afirmar: “A questão é que esses vídeos são enganosos. Quero saber como o jogo realmente roda, mas eles escondem informações importantes, como a latência. Comparar o path tracing desligado e ligado usando FramGen não é útil. Deveria ser “Path tracing LIGADO, sem FramGen”.

Outro usuário resumiu a sensação de desconfiança: “É marketing… Eles SEMPRE tentam te enganar. Isso é uma prática comum na indústria”.

A crítica mais frequente gira em torno do conceito de “frame”. Para muitos, um quadro gerado artificialmente não pode ser considerado equivalente a um frame renderizado de forma tradicional pela GPU.

Um usuário expressou sua preocupação: “Me assusta que as pessoas estejam empolgadas com frames falsos. Posso entender o DLSS que renderiza o jogo em menor resolução e depois faz o upscaling — isso melhora a taxa de quadros. Mas aqui, estamos falando de frames sintéticos”.

Outro compartilhou um meme que satiriza a situação:

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Tem quem defenda: “Minha GPU de 4 anos roda jogos novos”

Nem tudo é crítica. Um usuário argumentou que essa tecnologia é uma grande ajuda, permitindo que uma GPU de quatro anos rode muitos jogos novos com uma qualidade aceitável. Outro defendeu que o DLSS 4 é uma importante aliada, permitindo o máximo aproveitamento de displays 4K 240Hz. O argumento econômico é relevante, pois com os altos preços das placas de vídeo no Brasil, soluções que prolongam a vida útil do hardware são atrativas para quem não pode ou não deseja acompanhar os ciclos de upgrade da indústria.

Qual a sua opinião sobre isso? Comente abaixo.

#Hashtags: #NVIDIA #DLSS4.5 #Gaming # Tecnologia #Performance [

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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