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Nvidia promete desempenho de rastreamento de trajetória 1 milhão de vezes melhor em futuras GPUs para jogos, enquanto GPUs atuais já são 10.000 vezes mais rápidas que as Pascal

Apesar da crescente concorrência da Intel e AMD, a linha RTX da Nvidia continua sendo a melhor opção para ray tracing e path tracing em jogos. Desde o lançamento da arquitetura Turing e da série RTX 20, a empresa avançou significativamente, principalmente ao integrar inteligência artificial e renderização neural, o que aumentou a qualidade gráfica sem comprometer o desempenho. Recentemente, durante a GDC 2026, a Nvidia anunciou que o futuro promete avanços ainda mais impressionantes.

Durante a apresentação, dados foram apresentados mostrando a evolução do desempenho de ray tracing e path tracing nas placas de vídeo para games da Nvidia. No extremo esquerdo do gráfico, aparece a icônica série RTX 10, lançada há uma década. Comparando com os novos GPUs Blackwell (RTX 50), o desempenho em path tracing já melhorou impressionantes 10.000 vezes.

Esses avanços se devem em grande parte ao foco na renderização neural acelerada por hardware, viabilizada por núcleos RT e Tensor dedicados a machine learning nas placas da Nvidia. Funcionalidades como DLSS dependem completamente de inteligência artificial; a capacidade de recriar dados de frame de maneira mais precisa, tanto em upscaling quanto em geração de frames, só é possível graças a modelos treinados em supercomputadores da Nvidia.

A equipe da Super Select destaca que, segundo especialistas, a Lei de Moore está ultrapassada e que os avanços em silício sozinhos não serão suficientes para gerar visuais fotorrealistas. A Nvidia almeja um nível de fidelidade gráfica indistinguível da realidade, mas isso exigiria “cem ou mil vezes mais poder computacional” — e é aqui que a inteligência artificial desempenha um papel essencial.

No futuro, espera-se que as melhorias em IA proporcionem um aumento de 1.000.000 de vezes no desempenho de path tracing em comparação à série RTX 10. Novos blocos de hardware mais rápidos e eficientes tornarão a renderização neural o padrão. Assim, jogos poderiam “parecer filmes”, mantendo um desempenho suave, com múltiplos frames interpolados em tempo real por IA.

Ainda que estas afirmações não sejam uma novidade — já se espera que a tecnologia melhore ao longo do tempo —, a espera pode não ser tão longa. Os próximos GPUs Rubin da Nvidia, aguardados para serem lançados entre 2027 e 2028, podem fazer com que essa realidade de path tracing 1.000.000 vezes melhor se torne possível. A lista de jogos que suportam path tracing já está crescendo rapidamente, e Resident Evil Requiem é a mais recente adição.

A apresentação também trouxe novidades sobre tecnologias de path tracing, como ReSTIR (recent spatiotemporal resampling algorithms) e RTX Mega Geometry. Para ilustrar esses avanços, a Nvidia apresentou uma demonstração técnica do Witcher 4, que contou com mais de dois trilhões de triângulos na cena, mostrando vegetação e iluminação realistas simultaneamente.

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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