web counter Análise de Saint Slayer: Spear of Sacrilege para PS5 revela os principais pontos do jogo - Super Select
Home » Análise de Saint Slayer: Spear of Sacrilege para PS5 revela os principais pontos do jogo
PLAYSTATION

Análise de Saint Slayer: Spear of Sacrilege para PS5 revela os principais pontos do jogo

Atualmente, há uma abundância de Metroidvanias disponíveis, mas a era de jogos side-scrolling de Castlevania ainda é um território pouco explorado.

Saint Slayer: Spear of Sacrilege se inspira abertamente no clássico de 1987 da Konami, proporcionando uma experiência divertida como plataforma de ação, repleta de combates envolventes e momentos surpreendentemente criativos.

Situado em 1698, o jogador assume o papel de Rudiger, um herói comum que se vê envolvido em um enredo político, liderado por um sacerdote ambicioso, o Padre Pacer.

A narrativa é afiada e, por vezes, engraçada, adicionando ritmo ao principal atrativo do jogo: a ação dinâmica da plataforma.

No início, o arsenal de ataques do protagonista é simples, permitindo pular, atacar e usar uma espécie de pogo stick, como em Ducktales, mas se expande de maneiras interessantes ao longo da campanha de 21 fases, proporcionando uma sensação de evolução satisfatória.

Um aspecto notável é a criatividade encontrada em cada cenário. Em uma das fases, é possível andar de carruagem por um cemitério; em outra, o jogador deve remar um barco enquanto enfrenta monstros aquáticos inspirados em Cthulhu.

Apesar de manter as bases do side-scrolling, a equipe de desenvolvimento da Lillymo Games constantemente encontra maneiras de inovar. Um nível particularmente divertido envolve uma gôndola, em que é preciso lidar com gárgulas atacantes, enquanto se tenta manter o bondinho na direção certa.

As batalhas contra os chefes são igualmente criativas, apresentando padrões únicos e um incrível pixel art.

Embora o sprite do protagonista, predominantemente marrom, remeta a Simon de Castlevania, o jogo consegue capturar a estética da era 8-bit, superando as limitações de hardware da época.

As animações ao iniciar uma nova fase são realmente agradáveis, com Rudiger brincando com moedas ou socando o ar, se preparando para os desafios que estão por vir.

A trilha sonora é uma verdadeira conquista em chiptune, recheada de melodias cativantes que se encaixam perfeitamente no ambiente gótico, mas que também trazem um toque vibrante à jogabilidade retro.

Embora a campanha possa ser finalizada em cerca de uma hora por jogadores experientes, há um grande valor de replay, com colecionáveis e modificadores de gameplay que instigam a voltar ao jogo.

Além disso, existem múltiplos finais e referências a segredos nas conquistas que não foram descobertos, sugerindo que o jogo guarda muitos mistérios em seu código.

Se houvesse uma crítica real, seria em relação ao salto, que pode ser um pouco rígido, às vezes travando o personagem em um salto vertical se a direção não for precisa no momento. Não é um grande problema – é questão de prática, certo? – mas essa questão pode se destacar em alguns dos últimos níveis onde a precisão é essencial.

No geral, o jogo proporciona uma experiência divertida. Para aqueles que têm apreço pelas primeiras eras de Castlevania, é recomendado dar uma chance!

#SaintSlayer #JogosIndies #Metroidvania #Castlevania #Aventura #Plataforma [

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

Adicionar comentário

Clique aqui para postar um comentário