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5 Surpresas ao Jogar STAR WARS: GALACTIC RACER no PS5

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Recentemente, a equipe da Super Select teve a oportunidade de conhecer Star Wars: Galactic Racer no PS5. Embora isso tenha acontecido no escritório da Fuse Games, em Guildford, que é próximo a Londres e conhecido por ser um centro de talentos na indústria de jogos, a empolgação era palpável.

Guildford abriga estúdios renomados, como Larian, a desenvolvedora de Baldur’s Gate 3, além de nomes como Media Molecule e EA nas proximidades. A Fuse Games foi fundada por Matt Webster, ex-líder da Criterion, conhecida por seu trabalho em Burnout.

A expectativa para Star Wars: Galactic Racer era grande, e, após quase duas horas de gameplay no PS5, a experiência se revelou mais completa do que se imaginava.

A seguir, estão cinco aspectos surpreendentes do jogo.

Não é apenas uma corrida – é um Roguelite

Apesar de já se saber que Star Wars: Galactic Racer teria uma campanha para um jogador, a semelhança com um roguelite não era esperada. A trama gira em torno da Galactic Racer League, uma espécie de F1 intergaláctica, organizada por uma criatura espacial chamada Darius Pax. O competidor Kestar Bool planeja se sobrepor a Pax, e, no papel do personagem Shade, a missão é derrubá-lo.

Entre as corridas, é possível explorar os planetas a pé e interagir com rivais, o que pode gerar empatia ou antagonismo. Embora a equipe da Fuse Games não tenha utilizado o termo “roguelite”, o formato da campanha apresenta elementos que lembram Rogue Legacy ou Saros.

A campanha propõe um mapa com eventos selecionáveis que vão de corridas a testes de tempo e eliminações. Ao cumprir os requisitos, novos componentes para o veículo podem ser escolhidos, como melhor impulso ou maior velocidade máxima. Caso ocorra uma eliminação, é necessário recomeçar, mas partes de tuning conquistadas podem ser usadas para melhorar o desempenho básico do veículo escolhido.

Um detalhe interessante é a dificuldade do jogo, que apresentou perdas em corridas, um traço raro em jogos de corrida atuais.

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Aintendente de desenvolvimento, Webster, destacou que a intenção era “revolucionar” o gênero de corridas e tornar cada decisão significativa. A ideia é fazer com que os resultados em posições como oitavo ou nono lugar sejam percebidos como uma conquista, tornando as vitórias ainda mais gratificantes.

Os planetas mudam como se corre

Os planetas são essenciais para a experiência do jogo. Racers em Star Wars proporcionam uma variedade de locais, desde o glacial Ando Prime até o tropical Lantaana.

O jogo também incorpora elementos climáticos, como em MotorStorm: Pacific Rift. Em Lantaana, há mistura de fontes de água e lava, onde a lava pode superaquecer os boosts, enquanto a água ajuda a resfriar o veículo.

A equipe explicou que, ao contrário de outros jogos de corrida, é fundamental considerar como a superfície pode influenciar o desempenho do veículo.

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A corrida é incrivelmente rápida

Sensação de velocidade é vital em um jogo de corridas. A equipe da Fuse Games compreende isso, e a comparação com WipEout é pertinente, embora os planetas abertos ofereçam uma experiência distinta das pistas futuristas do clássico.

A campanha apresenta três veículos principais: landspeeders tradicionais, hoverbikes e skim speeders, com estes últimos apresentando um manuseio único que inclina a 90 graus nas curvas, exigindo adaptação.

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O clássica podracing em Tatooine foi uma das experiências breves, mas intensas, com velocidades impressionantes que adicionam ritmo às corridas.

A diversidade dos ambientes, que alterna entre grandes espaços abertos e corredores estreitos, cria uma dinâmica única. O jogo funciona excepcionalmente bem no PS5, com a equipe assegurando que funcionará a 60fps em todo o hardware da PlayStation.

A corrida é mais tática do que o esperado

O aspecto da construção de veículos na campanha revela uma profundidade inesperada. Ao experimentar, a reflexão sobre as escolhas de melhorias se torna central às estratégias durante as corridas.

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A habilidade de Ramjet, por exemplo, permite colidir com rivais, trazendo animações de colisão ao estilo Burnout, mas também apresenta riscos de superaquecimento, exigindo decisões cuidadosas durante a corrida.

É uma verdadeira aventura Star Wars

Galactic Racer proporciona uma narrativa rica no universo de Star Wars, em vez de ser apenas uma corrida com temática. As interações entre corridas, explorações a pé e até mesmo vídeos que aparecem na tela durante as competições aumentam a imersão.

A equipe se inspirou em programas como Drive to Survive para mostrar que a dramaticidade ocorre tanto na pista quanto fora dela.

A intenção é que cada elemento da narrativa no jogo intensifique as corridas, tornando-as mais pessoais e reais.


A experiência com Star Wars: Galactic Racer foi impressionante, destacando uma combinação perfeita de corridas emocionantes, uma narrativa envolvente e o potencial para expressões do jogador. A expectativa é alta quanto ao impacto que esse título terá no cenário atual do gênero de corrida.

Este jogo apresenta um desafio intencional, com recompensas que exigem esforço, o que promete uma frescura muito bem-vinda em comparação aos demais disponíveis no mercado.

O renascimento dos jogos de corrida está em andamento, e a esperança é que este título contribua significativamente para o gênero. A equipe da Fuse Games demonstrou um profundo entendimento ao propor inovações para avançar o estilo de corrida.

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Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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