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Arknights: Endfield é analisado em nova review para PS5!

Arknights: Endfield - Captura de Tela 1 de 8

A PS5 realmente precisava de mais um jogo gacha de serviço ao vivo? Provavelmente não. Por isso, as expectativas em relação a Arknights: Endfield antes do lançamento eram um tanto baixas.

Embora a estética industrial do jogo seja apreciada, o tempo para mais um grind diário parecia escasso.

Surpreendentemente, a qualidade desse título da desenvolvedora chinesa GRYPHLINE conquistou um espaço na rotina diária. Quanto tempo essa presença vai durar? Isso vai depender do suporte que o jogo receberá no longo prazo, mas, no momento, a recomendação é alta!

Vamos abordar a maior crítica de forma direta: a narrativa – que gira em torno do personagem amnésico Endministrator – é um emaranhado confuso de nomes e exposição excessiva de lore, característica comum em muitos jogos desse tipo.

Arknights: Endfield - Captura de Tela 2 de 8

Apesar de alguns detalhes interessantes que abordam o impacto ecológico das ações do jogador, o foco principal parece ser como os acompanhantes anime se admiram por você.

Ainda assim, o jogo está imerso em algum mistério mitológico que será revelado ao longo dos próximos anos até o fim do serviço.

Embora as cutscenes sejam bem animadas, atualmente não é um título que se recomenda para a trama – apesar de algumas interações pessoais entre os personagens e diálogos interessantes.

O grande atrativo do jogo é a combinação única entre exploração em mundo aberto e estratégia de gestão, que agrada a muitos jogadores.

Arknights: Endfield - Captura de Tela 3 de 8

Os fundamentos de Endfield são familiares para aqueles que experienciaram jogos como Genshin Impact e Wuthering Waves, mas possui um sistema de automação inspirado em títulos como Satisfactory.

Imagine um cenário onde há plantas pelo mundo aberto que podem ser coletadas para o inventário. No entanto, coletar essas plantas exige tempo.

A solução: construir uma infraestrutura que coleta sementes, cultiva novas plantas e as armazena no depósito. Ao rodar esse sistema, é possível criar um ciclo que enche o inventário com uma quantidade infinita de plantas.

Agora, e se essas plantas forem processadas junto a uma máquina de engarrafamento para criar uma linha de produção medicinal? Assim, poderia vendê-las para um acampamento próximo que precisa de suprimentos de primeiros socorros.

Arknights: Endfield - Captura de Tela 4 de 8

Entendeu a ideia?

Embora tenha construído uma linha de produção que gera uma renda constante, a questão é: como usar todo esse dinheiro? Que tal investir na bolsa, onde a demanda por diferentes recursos varia diariamente?

Esse jogo satisfaz uma variedade de interesses, tornando difícil identificar a fonte da satisfação: a complexidade da infraestrutura ou o impressionante poder de ataque do time de personagens.

O jogo é complexo, mas tutoriais bem elaborados ajudam a manter o controle sobre todas as mecânicas envolvidas, tornando tudo surpreendentemente gerenciável.

Arknights: Endfield - Captura de Tela 5 de 8

E se a construção de tudo isso não for o foco, é possível baixar plantas otimizadas feitas por outros jogadores.

É curioso que ainda não se tenha mencionado a exploração em mundo aberto, que é uma parte essencial do jogo, similar a Genshin Impact.

Mas isso também é ótimo: a performance suave do PS5 e os visuais vibrantes tornam os movimentos fluidos e a animação dos personagens correndo ao seu lado durante as missões lembra a experiência de um JRPG tradicional.

O combate é satisfatório: é simples, com os personagens realizando sequências de ataques que culminam em um golpe final. Há uma barra de habilidades que se preenche, permitindo ativar os poderes dos companheiros. Além disso, os ataques em combo, quando certas condições são atendidas, criam sinergias interessantes entre os membros do esquadrão.

Arknights: Endfield - Captura de Tela 6 de 8

Um exemplo é o Endministrator, que pode desencadear seu ataque em conjunto com o de um colega. Pensar em como combinar os personagens para maximizar o dano traz um desafio adicional à montagem do time.

Porém, conseguir os personagens desejados requer investir no sistema gacha, e as taxas de aquisição de Endfield parecem altas, mesmo que o jogo seja generoso nos primeiros momentos em termos de currency.

Ainda assim, a variedade de moedas pode parecer hostil, uma vez que até os recursos premium exigem conversão para obter novos personagens.

Por outro lado, as banners de personagens têm duração considerável, oferecendo mais oportunidades para adquirir as unidades desejadas.

Arknights: Endfield - Captura de Tela 7 de 8

Armas especiais podem ser obtidas com uma currency não paga acumulada ao realizar pulls de personagens, o que é positivo.

Cada unidade possui uma personalidade marcante, com animações impressionantes. Um exemplo é a personagem Last Rite, que, durante a exibição de suas poses, acaba jogando suas armas para fora da tela.

Contudo, para aqueles que já experimentaram jogos desse tipo e não gostaram, este título pode não mudar a percepção negativa.

Mesmo com a introdução de elementos de automação, os objetivos permanecem: avançar por portões temporais e recursos para aumentar gradualmente o nível do time.

Arknights: Endfield - Captura de Tela 8 de 8

Entretanto, a abordagem industrial – unida a um esquema de controle surpreendentemente acessível no DualSense – merece reconhecimento.

Saber que as fábricas continuam produzindo materiais mesmo quando não se está jogando torna o retorno ao jogo uma experiência recompensadora. Diante da grande quantidade de jogos similares já disponíveis no PS5, é difícil deixar Arknights: Endfield de lado.

Tags: Arknights: Endfield, PlayStation 5, PS5, Action, Rpg, Reviews, GRYPHLINE #Hashtags [

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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