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Pentágono anuncia acordos de IA com OpenAI, Google, Microsoft, Amazon, Nvidia e outros para uso operacional em redes secretas do Departamento de Guerra

O Departamento de Defesa dos EUA anunciou acordos com sete importantes empresas de inteligência artificial para uso operacional. Segundo informações disponíveis em fóruns e comunidades online, SpaceX, OpenAI, Google, Nvidia, Reflection, Microsoft e Amazon Web Services implementarão seus modelos de linguagem em redes classificadas do Pentágono para “uso operacional legal”. Essa iniciativa visa transformar as forças armadas dos Estados Unidos em uma “força de combate voltada para IA” e promover “superioridade na tomada de decisões em todos os domínios de combate”.

Estes recursos de IA, por enquanto, estão limitados à análise de dados, auxiliando na agilidade e na facilidade de tomada de decisões em situações complexas. Essas ferramentas estão disponíveis na plataforma oficial do Pentágono, o GenAi.mil, acessível através da rede do Departamento de Defesa e amplamente utilizada por seus profissionais.

Mais de 1,3 milhão de funcionários do Departamento já utilizou a plataforma, resultando em dezenas de milhões de solicitações e implantação de centenas de milhares de agentes em apenas cinco meses. Tanto militares quanto civis estão aplicando essas capacidades de maneira prática, reduzindo a duração de diversas tarefas de meses para dias.

Apesar dos benefícios que a IA pode trazer, há preocupações sobre seu uso em aplicações militares. A Anthropic, por exemplo, se recusou a atender ao pedido do Departamento de Defesa para reduzir suas salvaguardas, ressaltando que isso poderia permitir o uso de seus produtos para vigilância em massa ou criação de armas autônomas. Essa decisão levou à proibição da empresa nas agências federais, que a classificaram como um risco à cadeia de suprimentos.

Embora a IA seja extremamente útil para processar grandes volumes de informação e perceber padrões que podem passar despercebidos, não é uma ferramenta 100% confiável para decisões com impactos globais. Uma pesquisa revelou que, em simulações de guerra envolvendo modelos de IA, 95% dos resultados resultaram em ataques nucleares táticos.

Ainda que as ferramentas de IA atualmente se limitem a análise e suporte, sob supervisão humana, existe o risco de viés de automação, onde as pessoas podem seguir sugestões de computadores mesmo diante de informações contraditórias. Isso acontece porque as IAs conseguem processar dados muito mais rapidamente do que um humano, porém a informação em que se baseiam pode estar errada, por isso é vital que as decisões humanas prevaleçam.

Não só as forças armadas dos EUA estão explorando tecnologias de IA; países como a China também têm investido na implementação dessas ferramentas, demonstrando inovações como enxames de drones controlados por um único soldado. Apesar das limitações na supervisão sobre o uso de IA para inteligência e tomada de decisões em campo, é essencial que as precauções sejam sempre mantidas, evitando que essa tecnologia seja usada de forma irresponsável.

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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