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Pesquisa da Cornell revela que impressão 3D subaquática pode ser usada para construir ou reparar estruturas oceânicas — projeto financiado pela DARPA busca tornar a construção subaquática mais rápida, barata e segura.

Pesquisadores da Cornell University desenvolveram uma técnica revolucionária para impressão 3D de estruturas no fundo do mar. Os métodos tradicionais de construção e reparo submarino costumam ser lentos, caros e podem causar danos aos ecossistemas. A nova abordagem utiliza impressoras 3D robóticas e uma mistura de concreto especialmente formulada, que inclui sedimentos do próprio fundo do mar, representando um avanço significativo na tecnologia de construção subaquática.

O grupo interdisciplinar liderado por Sriramya Nair, professora assistente de engenharia civil e ambiental, já trabalhava com um robô industrial de 6.000 libras para impressão em larga escala em solo firme. A equipe ficou atenta à chamada da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), que buscava tecnologias de impressão 3D para construção em profundidades consideráveis sob a água. Com isso, decidiram explorar os desafios dessa nova área.

Os esforços valeram a pena, resultando em uma concessão de 1,4 milhão de dólares, sujeita a atingir certos benchmarks, e resultados preliminares promissores em ambientes subaquáticos. Um dos principais obstáculos enfrentados foi o fenômeno conhecido como washout, que ocorre quando o cimento é levado pela água, em vez de se unir adequadamente. A equipe de Cornell conseguiu superar essa dificuldade ao otimizar o equilíbrio entre viscosidade e capacidade de bombeamento dos materiais, demonstrando seu sistema de impressão em grandes tanques de água.

Outro desafio imposto pela DARPA foi que a mistura de concreto deveria incluir sedimentos do fundo do mar, tanto para logística quanto para minimizar o impacto ambiental, utilizando materiais já presentes na área a ser construída. Além disso, a equipe precisou desenvolver novos sistemas de sensoriamento para monitorar e adaptar o processo de impressão 3D em condições de baixa visibilidade.

No geral, o grupo acredita ter atingido a meta do projeto, sugerindo que os métodos tradicionais de construção subaquática podem se tornar obsoletos. No entanto, essa tecnologia ainda não é a solução definitiva para a construção subaquática. A equipe de Cornell apresentará sua tecnologia de construção utilizando impressão 3D em um evento da DARPA, programado para março deste ano, onde competirá com outras cinco equipes na impressão de um arco subaquático dentro de especificações estabelecidas.

Essa inovação tem o potencial de transformar a forma como as construções são realizadas no fundo do mar, promovendo uma abordagem mais eficiente e sustentável.

Membro da Super Select:

Marcelo Vangrey

A minha jornada como Vangrey no universo dos games começou em 1994 com um Mega Drive e o incrivel Mortal Kombat 2! Seguida pelo Super Nintendo no universo dos lendários cartuchos 16in1 com Top Gear e companhia! Em 1998, conquistou seu primeiro PLAY 1 novamente com Mortal Kombat, dessa vez o MK4, e a partir daí, continuou explorando diversas plataformas. Comprando e vendendo, já passei por: Game Boy Color, PS2, PSP, PS3, Nintendo DS, 3DS, Xbox 360, PS4, PS4 Pro, PS5, Nintendo Switch 1 e 2, e pra finalizar - o Steam Deck =)

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